Grupos de Apoio
Para familiares que convivem com alguém que enfrenta o Transtorno do Jogo
Conviver com alguém que tem o transtorno do jogo pode ser emocionalmente exaustivo. Medo, frustração, dúvida, vergonha, preocupação financeira, insegurança sobre o futuro e até sensação de solidão são sentimentos comuns entre familiares e pessoas próximas.
Nossos Grupos de Apoio foram criados para acolher quem vive nessa posição — não o jogador, mas quem está ao redor e sofre os impactos indiretos.
Aqui, você encontra orientação, suporte emocional e um espaço seguro para compartilhar experiências com outras pessoas que passam pelas mesmas situações.
Por que um grupo de apoio para familiares?
Diferente dos grupos terapêuticos focados nos jogadores, nossos Grupos de Apoio são voltados exclusivamente aos familiares, amigos e parceiros(as) que convivem com a compulsão de alguém próximo.
Acreditamos que:
A família precisa de um espaço próprio para entender o transtorno
Apoiar o familiar gera impacto positivo na rede de suporte do paciente
Pessoas que convivem com o problema também sofrem — e merecem cuidado
Compartilhar a vivência com outros familiares reduz o estigma e o isolamento
Além disso, encorajamos jogadores que buscam espaços coletivos a explorarem iniciativas como Jogadores Anônimos ou outras redes externas de apoio, que complementam (mas não substituem) o processo terapêutico individual.
Como funcionam os Grupos de Apoio?
Nossos grupos são estruturados, conduzidos sempre por um(a) psicólogo(a) e seguem o formato:
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Encontros semanais
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Sessões em grupo de 4 a 8 participantes
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Duração de 1h30 por encontro
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Realização online, por chamada de vídeo
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Ambiente sigiloso, acolhedor e mediado profissionalmente
Cada encontro tem uma temática central, como:
1. Compreendendo o Transtorno do Jogo
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Como o transtorno funciona
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Ciclos de compulsão e recaída
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Diferença entre vontade, perda de controle e dependência
2. Impactos emocionais na família
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Culpa e responsabilização
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Medo e insegurança
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Raiva, frustração e desgaste relacional
3. Como estabelecer limites saudáveis
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Comunicação assertiva
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Manejo de crises
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Como ajudar sem alimentar comportamentos prejudiciais
4. Lidando com mentiras, impulsividade e promessas não cumpridas
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Compreendendo como o transtorno afeta comportamento
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Estratégias para manter firmeza e empatia ao mesmo tempo
5. Autocuidado e reconstrução da própria vida
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Como não perder a própria identidade
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Caminhos para recuperar tranquilidade e bem-estar
Para quem este grupo é indicado?
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Familiares que convivem com um jogador compulsivo
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Parceiros(as) afetados por dívidas, mentira ou instabilidade emocional
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Pais preocupados com o comportamento de um adolescente ou jovem
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Pessoas emocionalmente sobrecarregadas pela situação
